Edição: 11950 Data: 24/02/2017

Editorial - Coluna 2

Coluna 2

24/02/2017


Por Antonio Augusto



Colocando nossa correspondência em dia, registramos, primeiramente, o e-mail do estimado leitor e corintiano acima de tudo, Enéas Pinto de Carvalho Filho, que nos diz o seguinte: "Obrigado pela citação no jornal de hoje (ontem). Inclusive na reunião do Rotary, a Informação Rotária, apresentada por nós, resumiu-se na leitura do seu comentário feito na Coluna 2 do dia 18 de fevereiro sobre a fundação do Rotary. Tomei a liberdade de utilizar o texto. E no dia 7 de abril, Dia do Jornalista, iremos te homenagear na reunião de 5 de abril".


Agradecemos ao Enéas duplamente. Primeiro por ter utilizado a pequena lembrança na coluna sobre o aniversário de fundação dessa grande entidade internacional que é o Rotary Clube. E em segundo lugar, pela notícia a respeito de futura homenagem a ser prestada a este humilde escrivinhador. Desde já nos sentimos envaidecidos e honrados por ter o nosso trabalho reconhecido por este prestante clube de serviços.


Já o leitor José Marcos Martins resolveu reclamar sobre os buracos nas vias públicas garcenses, nos seguintes termos: "Gostaria de saber sobre a operação tapa-buracos que seria realizada pela Prefeitura. O novo prefeito, conforme noticiado, assumiu a prefeitura com as contas em dia. Posteriormente, a desculpa foi a intensa chuva. A verdade é que está difícil andar de carro, moto ou outro veículo aqui em Garça. São muitas ruas que precisam de recapeamento ou um serviço bem feito de tapa-buracos, entre elas a Sargento Wilson e Prefeito Salviano (entre as ruas São Carlos e José Lourenço), pois ao redor do Supermercado Serve-Todos, o antigo prefeito já fez o favor de efetuar o serviço e ainda as ruas José Lourenço (em toda a sua extensão), Damásio Valejo Vasques, Guanabara, ruas laterais ao campo do Garça (Bairro Cascata), dentre muitas outras ruas e bairros."


O leitor citou várias ruas, talvez as que se localizam mais próximas de sua residência. Mas o fato é que também em outros bairros da cidade, o problema com a má conservação da pavimentação, é o mesmo. Aliás, como temos focalizado constantemente na coluna. Assim como o José Marcos Martins, todos nós esperamos que a Prefeitura resolva acelerar esse programa de tapa-buracos, aproveitando a estiagem que se faz presente, pois em alguns pontos, as falhas no leito carroçável das ruas estão atingindo proporções consideráveis e também perigosas. Lembrando que a deteriorização das ruas é um fato que vem ocorrendo há vários anos e que precisa ser atacado com urgência.


A maioria dos supermercados garcenses funcionou normalmente na manhã de domingo, quando o fornecimento de energia elétrica foi interrompido no período das 8h00 às 12h30. Tudo porque eles há um bom tempo estão equipados com geradores elétricos próprios, pois não podem ficar tanto tempo com seus sistemas de refrigeração desligados.


Mas a falta de enegia elétrica serviu para modificar os hábitos dominicais dos garcenses. Os jogos do certame de futebol suíço receberam público recorde  na manhã de domingo. O mesmo aconteceu com a feira-livre, quando muita gente voltou a frequentar aquele espaço onde se comercializa produtos hortifrutigranjeiros e de quebra, se encontram barracas vendendo saborosos pastéis. Com a falta de luz nas residências, o jeito foi apelar para programas ao ar livre, que já estavam esquecidos na agenda de muitos garcenses.


Termina hoje o prazo para pagamento da primeira prestação ou cota única, do Imposto Predial e Territorial Urbano relativo ao exercício de 2017. Desta feita, devido a restrições pelo sistema bancário, o contribuinte teve que fazer um grande malabarismo, além de ter de reunir uma grande dose de paciência, para cumprir com a sua obrigação de pagar o tributo em dia. Esperamos que diante de tantos problemas surgidos para se efetuar o pagamento, a Prefeitura, na negociação que estará realizando no próximo mês com as instituições bancárias, se empenhe ao máximo para eliminar os obstáculos oferecidos neste ano. Pagar imposto já não é uma tarefa muito agradável e ter que fazê-lo apenas em determinados e superlotados lugares, é uma dose muito elevada para a nossa paciência.