Edição: 12009 Data: 26/05/2017

Editorial - Artigos

Que a constitucionalidade de 2016 seja reivindicada em 2017, pois a Carta Magna inspira: diretas jï¿

26/05/2017


Delações proferidas em juízo que não são premiadas, são espúrias. Hipócritas pregadores de falso moralismo, indignos de um povo brasileiro lutador e produtor de riquezas. 


Que caiam todas as máscaras, que caiam todos aqueles que usurpam a legítima autoridade política de uma democracia que ainda não se firma na garantia de direitos igualitários a todos e todas.


Que caiam todos que espoliam os recursos públicos em benefícios próprios, roubando direitos previdenciários, trabalhistas, educacionais, de saúde, de cultura e políticas de juventude.


Que não permaneçam em pé, e de preferência que andem de cabeça baixa ou escondendo as faces todos aqueles que se construíram “nobres senhores” sobre a carcaça suada da classe produtiva (trabalhadora) que sonha em fazer dos filhos e de suas filhas pessoas honradas.


Que o ostracismo consuma todos os larápios, sabotadores da política como arte e ciência a serviço da promoção da vida, liberdade e solidariedade.


Que as mídias (grandes, médias e alternativas) revelem todos os detalhes de forma escrita, falada, televisiva e virtual, que não deixem dúvidas quanto à “ficha imunda” daqueles que saqueiam valores públicos e privados para ostentar poder, violência e opressão.


Que a República Federativa do Brasil, constituído como Estado Democrático de Direito sangre e faça parir um nova dinâmica política cuja democracia de caráter popular esteja na raiz do processo.


Que os gêneros, todas as gerações, do campo e da cidade, de Norte a Sul, gritem: “Queremos um país decente, em que haja justiça social e onde não exista impunidade!” 


Sejamos corajosos e defendamos a Constituição republicana de 1988, exigindo a observância em seus dispositivos jurídicos que asseguram ser possível realizar novas eleições ainda este ano para um “mandato tampão” ao Executivo Federal, pondo fim à sangria da corrupção quadrilheira instalada em Brasília, capital política do País.


Conquistemos o direito de dar um exemplo ao mundo, onde a desigualdade impera e façamos História (com H maiúsculo), e a agarremos com as duas mãos, pés na rua e esperança no coração, tendo em mente um mundo e Brasil de todos e todas.


Wilson Roberto Batista – diretor de escola da rede municipal de Marília, professor das graduações em Pedagogia e Ciências Sociais, doutorando em Educação da Unesp_Marília, agente da Pastoral Carcerária.


 


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