Edição: 12028 Data: 23/06/2017

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2 de setembro: Dia Nacional da Kombi

05/09/2015 -


Sr. Ismênio usa sua Kombi 79 para vender ovos

Na quarta-feira, dia 2 de setembro foi comemorado o Dia Nacional da Kombi, um dos carros mais queridos e populares em nosso país. Assim como o Fusca, a Kombi é um ‘mutante’ dos carros, podendo virar picape, conversível, etc.

A Kombi foi projetada pelo holandês Ben Pon, no final dos anos 1940 e sua estreia ao público aconteceu no Salão de Frankfurt de 1951.

O nome Kombi vem do alemão Kombinationfahrzeug que significa veículo combinado, em alemão.

O primeiro modelo nacional da Kombi foi produzido em 1957, na fábrica de São Bernardo do Campo – SP, (sem contar montagem em CKD) em 1957, com motor traseiro a ar de 1.192 cm³ e 30 cavalos. Os primeiros motores da Kombi chamavam a atenção. O famoso ‘boxer’ era refrigerado a ar.

Em 1976, surgia no Brasil a primeira reestilização da Kombi (com motor 1.6 de 58 cv). Nos anos 1960, Kombi com três portas de cada lado era exclusiva para o transporte de pessoas e fez sucesso como táxi, lotação e transfer de hotel e em 1998 surgiu a Kombi Carat com motor 1.6 a ar com injeção multiponto para atender às normas de emissão de poluentes, motor boxer (quatro cilindros contrapostos) 1.6 a gasolina tinha 58 cv de potência (4.200 rpm) e 11,3 kgfm de torque (a baixos 2.600 rpm)

A partir de 2006, Kombi adota o motor flex EA111, 1.4, 78/80 cv (gasolina/etanol) refrigerado a água, do Fox europeu, mas mantém pedais do Fusca. Com releitura da clássica pintura bicolor (saia e blusa) vermelha e branca, série limitada a 50 unidades celebrou os 50 anos de fabricação no Brasil. Com mudanças pontuais ao longo dos anos, Kombi chega aos 61 anos de idade em todo o mundo e ainda em fabricação no Brasil, a  Volkswagen Kombi de São Paulo produziu 1,5 milhão de unidades para todo o Brasil.

Em agosto de 2013 por R$ 85 mil era fabricada Kombi Last Edition, série limitada a 600 unidades, que marca o fim da vida do utilitário fabricado há 56 anos no Brasil; numerada e com visual especial.

A Kombi era e é até hoje muito usada, versátil, muitas estão nas mãos dos brasileiros e de garcenses como o Sr. Ismênio do Santos, que trabalha há mais de 20 anos vendendo ovos com a Kombi de 1976, na Praça Pedro de Toledo, em Garça. Surrada com o tempo, mas com ela, conseguiu criar seus filhos. “Gosto da Kombi por ser mais fácil de trabalhar e mais barato”, disse Ismênio.

Há vários estudos sobre qual modelo deve substituir a Kombi no Brasil. Na Europa, o carro passou por diversas transformações desde seu lançamento até chegar à van T5), uma das opções (a mais cotada, aliás) que podem pintar por aqui. (Com informações uol/carros). Fotos: divulgação


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